Q u a n d o   o s   f i l h o s   d e   C r o n o s   e   R  i a   n a s c e r a m ,   C r o n o s   o s   e n g o l i u   u m   a   u m .   Q u a n d o   R  i a   d e u      l u z   Z e u s ,   e l a   o   e s c o n d e u   e   a l i m e n t o u   C r o n o s   c o m   u m a   p e d r a ,   a r r i s c a n d o - s e   a   s o f r e r   a   i r a   d e   s e u   m a r i d o   p a r a   s a l v a r   o   f i l h o   m a i s   n o v o .   R  i a      t i d a   e m   a l t a   e s t i m a   p o r   o l  m p i c o s   e   t i t  s   e   s e u   f i l h o ,   Z e u s ,   s e u   p r e s e n t e   p a r a   o   m u n d o ,      v e n e r a d o   p o r   t o d o s . 
 
 